Era tradição. na casa de divino cruz, todos os dias tinha-se uma briga deste com a mulher. uma mulata fogosa, de cama e de rua. dessas que não leva desaforo pra casa. sem pre dizia ela. -- comigo é assim, num tem escapatória. escreveu num leu ...... . coitado do divino, viu-se acuado desde o dia que casou. era 14 de maio, e mesmo contra os avisos da mãe, que nunca fora com a cara, em com os atos da futura nora. -- essa mulher não presta pra vc, meu filho.
-- que é isso , minha mãe. socorro não é o que a senhora pensa, isso ela é de provar um dia.
-- sei não. alguma coisa nessa mulher, me deixa encabulada. sei não.
--coisa da sua cabeça, minha mãe.
--tomara que seja, tomara qua seja, meu filho.
--não se avexe...-
-- uma mãe se preocupa com o filho, só isso.
parecia as vozes que sempre acompanhavam divino cruz, eram mais que uma confirmação, todos os dezoito anos passados, que as vozes de dona justina. mãe de divino.
sábado, 12 de julho de 2008
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